Registro de patente, escrito e acompanhado pela nossa equipe técnica.
Patente de invenção e modelo de utilidade. Análise do que dá para proteger, redação do pedido, depósito e acompanhamento durante todo o processo.
1996 | 3.500+ | 2.000+ |
Ano de fundação. | Processos acompanhados. | Clientes ativos. |
30 anos de experiência | Desde o pedido até a decisão final. | No Brasil e exterior. |
1996
Ano de fundação.
30 anos de experiência
3.500+
Processos acompanhados.
Desde o pedido até a decisão final.
2.000+
Clientes ativos.
No Brasil e exterior.
Fale com quem redige o pedido
Atendemos de segunda a sexta, das 8h às 17h. Envie agora e um especialista responde na segunda-feira.
Talvez a patente não seja a proteção adequada para o seu caso.
A patente protege a solução técnica e o funcionamento de uma invenção. Se o que você deseja proteger é a forma ou aparência de um produto, ou o código de um programa, existem outras formas de proteção — e também cuidamos desses registros.
Por que proteger
Sem patente, a sua invenção é de quem chegar primeiro.
No Brasil, o direito sobre uma invenção é de quem deposita primeiro no INPI — não de quem inventou primeiro. Ter criado, ter provas e ter data não muda essa regra.
Registrar o projeto em cartório
O cartório prova que o documento existia naquela data. Não dá direito nenhum sobre a invenção e não impede ninguém de copiar.
Contrato de sigilo com fornecedor
Serve para cobrar quem quebrou o combinado. Não vale contra terceiros que chegarem à mesma solução por conta própria.
Já estar vendendo o produto
Estar no mercado não gera exclusividade. Pode, inclusive, atrapalhar — como está explicado logo abaixo.
Ter o desenho, o molde ou o protótipo
São prova de que você desenvolveu. Não são o direito de impedir que outro fabrique e venda igual.
O erro que mais custa caro
Mostrar a invenção antes de depositar pode acabar com a chance de patentear.
Patente exige novidade. E novidade, para o INPI, é algo que ainda não veio a público. Se a invenção já foi mostrada, ela pode ter deixado de ser nova — e o pedido cai por isso.
Já mostrou a sua invenção para alguém? Dependendo de quando e como foi, ainda pode dar para proteger, mas isso precisa ser avaliado caso a caso. Se já aconteceu, fale com a gente antes de mostrar de novo.
Falar com quem redige o pedidoQuem depositar primeiro leva. Não dá para recuperar essa data depois.
Como resolvemos
Uma patente vale o que está escrito nela.
Depositar um pedido de patente é apenas o começo. O que realmente define se a invenção será protegida, quais aspectos estarão cobertos e qual será a força dessa proteção é a qualidade do relatório técnico, das reivindicações e de toda a documentação apresentada ao INPI.
Antes do pedido
Ver se dá para patentear
Antes de qualquer coisa, analisamos a sua criação para saber se ela tem características que podem ser protegidas por patente e se vale seguir com o pedido.
O que essa análise não faz: dizer que não existe pedido anterior parecido. Depois de depositado, um pedido pode ficar em sigilo por até 18 meses e não aparece em pesquisa nenhuma. Quem afirma que “não existe nada igual” está afirmando o que não tem como saber.
Quem decide sobre novidade é o INPI, no exame técnico. O nosso trabalho é chegar lá com o pedido bem preparado.
Na hora do pedido
O documento é escrito pela nossa equipe técnica
O pedido de patente não é um formulário. É um documento técnico que descreve a invenção e define, ponto a ponto, o que exatamente está sendo protegido.
Escrito de forma estreita demais, a patente sai fraca: o concorrente muda um detalhe e contorna. Escrito de forma larga demais, o INPI não concede.
Esse documento é escrito aqui dentro, pela nossa equipe técnica — não é terceirizado. É a parte do serviço que mais decide o resultado, e é onde a maioria dos pedidos se perde.
Patente mal escrita não protege. Só dá a impressão de proteger.
Depois do pedido
O caminho de uma patente, do começo ao fim
Patente é um processo longo, com várias etapas e prazos. Entender o que acontece em cada fase traz segurança, evita surpresas e reduz o risco de perder prazos importantes.
- 1
Depósito do pedido
dia 1
A partir daqui já conta o prazo de validade da sua patente.
- 2
Publicação
18 meses
O pedido deixa de ser sigiloso e passa a ser público.
- 3
Prazo para o exame
até 36 meses
Se ninguém pedir, o pedido é arquivado.
- 4
Decisão do INPI
3 a 6 anos
O prazo varia conforme a área técnica.
A espera não consome a sua proteção — o prazo de validade da patente conta desde o dia do depósito, não desde a decisão.
O prazo dos 36 meses é o que mais mata pedido — o exame não começa sozinho. Passou o prazo sem pedir, o investimento inteiro vai junto.
Durante esse período, o processo pode ficar longos meses sem movimentação aparente. Nosso papel é acompanhar cada publicação do INPI, controlar os prazos e agir sempre que surgir uma exigência ou nova etapa no processo.
Se aparecer conflito
Exigência, indeferimento ou cópia
O INPI pode fazer exigências técnicas ao longo do exame, e o pedido pode ser indeferido — situações com prazo próprio para responder.
E, se alguém estiver copiando o seu produto, a atuação é outra: notificação e, quando for o caso, medidas judiciais. Tudo feito por quem já conhece o seu pedido desde a primeira linha.
Comece pela análise. Ela diz se vale a pena antes de você gastar.
Como funciona
Ninguém conhece a sua invenção melhor que você.
O pedido de patente é escrito a partir do que você contar: como funciona, o que resolve, o que tem de diferente. Por isso o processo começa com uma conversa — e quanto mais detalhe você trouxer, mais forte fica o pedido.
Você conta o que criou
resposta em poucos minutosSem precisar de termo técnico. Explique como funciona e o que a sua criação resolve.
conta a ideia com as suas palavras
dizemos se ela tem características que podem ser protegidas
Análise técnica
em alguns diasAvaliamos o que dá para proteger e qual é o caminho certo — patente de invenção ou modelo de utilidade.
não precisa fazer nada
definimos o caminho e o que faz sentido incluir no pedido
A redação do pedido
em até 30 diasO documento técnico que descreve a invenção e define exatamente o que está sendo protegido.
explica em detalhe: desenhos, fotos, protótipos, como foi feito
escrevemos o pedido aqui dentro, e perguntamos o que faltar
Depósito no INPI
após a aprovação do relatório técnicoCom o relatório aprovado, fazemos o depósito no INPI e enviamos o número do pedido e o comprovante. É a partir dessa data que começa a contar o prazo de proteção da patente.
aprova a versão final e assina a procuração
depositamos e mandamos o número do pedido
Acompanhamento até a decisão
3 a 6 anosPublicação, prazo do exame, exigências e a decisão final. Cada movimentação chega até você com a explicação do que significa.
acompanha pelos nossos avisos
controlamos os prazos e informamos ao cliente
Você traz o conhecimento da sua invenção. Nós cuidamos de todo o processo.
Preparamos o pedido, fazemos o depósito no INPI, acompanhamos os prazos e cuidamos de cada exigência até a conclusão.
Comece pela conversa. Ela não custa nada.
O que muda
Transforme sua invenção em um direito.
01
Ninguém mais pode fabricar, vender ou importar
Sem a sua autorização, dentro do que está protegido no pedido. É exclusividade de verdade, em todo o território nacional.
Invenção: 20 anos. Modelo de utilidade: 15 anos. Contados do dia do depósito.
02
Base para agir contra a cópia
Com a patente, você deixa de depender de conversa e passa a ter base para exigir que o concorrente pare — inclusive contra produto importado e anúncio em marketplace.
03
Uma invenção que rende sem você fabricar
Patente pode ser licenciada, vendida ou transferida. Dá para autorizar outra empresa a produzir e receber por isso, sem montar fábrica nenhuma.
04
Peso na mesa de negociação
Investidor, edital de inovação, linha de crédito e grande cliente perguntam por proteção. Pedido depositado é ativo — e aparece no valor do negócio.
Quer saber se a sua invenção pode virar patente?
Outros caminhos
Dois casos que aparecem com frequência: quando a proteção certa não é a patente, e quando a invenção vai para fora do Brasil.
Talvez o que você queira proteger não seja uma patente
Nem toda criação é protegida por patente. Quando a novidade está no funcionamento, na solução técnica ou na forma como algo resolve um problema, o caminho pode ser a patente.
Mas, quando o diferencial está na aparência do produto — como formato, linhas, contornos ou configuração visual — a proteção adequada pode ser o registro de desenho industrial.
De forma simples: a patente protege a solução técnica; o desenho industrial protege a aparência.
Em alguns casos, um mesmo produto pode reunir os dois tipos de proteção. Por isso, antes de fazer qualquer pedido, analisamos a criação para identificar qual é o caminho mais adequado.
A sua patente vale só no Brasil.
Proteção de patente é territorial: o depósito brasileiro protege aqui. Se a invenção vai ser fabricada, vendida ou copiada lá fora, é preciso pedir proteção em cada país de interesse.
E existe prazo. Depois do depósito no Brasil, há um período de 12 meses para estender o pedido a outros países aproveitando a data brasileira. Perdido esse prazo, a data brasileira não vale mais lá fora.
De forma simples: a patente é nacional; a data brasileira só vale lá fora dentro desses 12 meses.
Existem dois caminhos: o PCT, que reúne vários países num único pedido inicial, ou o pedido direto em cada país. Analisamos o caso antes do fim do prazo e indicamos qual é o mais adequado.
Quem escreve o seu pedido
Todo pedido de patente é analisado por quem entende da parte técnica.
1996 | 3.500+ | Equipe própria | Toda terça |
Ano de fundação. | Processos acompanhados. | Redação técnica. | Assessoria semanal. |
30 anos de experiência | Desde o pedido até a decisão final. | Feita aqui dentro, sem terceirizar. | Acompanhando cada processo. |
1996
Ano de fundação.
30 anos de experiência
3.500+
Processos acompanhados.
Desde o pedido até a decisão final.
Equipe própria
Redação técnica.
Feita aqui dentro, sem terceirizar.
Toda terça
Assessoria semanal.
Acompanhando cada processo.
Redação feita internamente
sem terceirização
O pedido é preparado e acompanhado pela nossa própria equipe. Isso garante continuidade, conhecimento técnico e responsabilidade em todas as etapas do processo.
Desde 1996
três décadas de atuação
São anos acompanhando mudanças nas regras, procedimentos e exigências do INPI. Essa experiência ajuda a identificar riscos e antecipar problemas antes do depósito.
Equipe organizada por departamentos
atendimento, protocolo e financeiro
Um processo de patente pode durar anos. Por isso, cada etapa possui responsáveis definidos, garantindo organização, continuidade e controle dos prazos.
Advogados na equipe
atuação administrativa e judicial
Se houver conflito, cópia ou necessidade de defesa, o caso continua sendo tratado por uma equipe que já conhece a invenção e todo o histórico do processo.
Fale com quem escreve o pedido, não com quem só protocola.
Casos reais
Dois casos, sem identificar o cliente.
Uma empresa nos procurou poucos dias antes de apresentar um produto novo em uma feira. Analisamos a invenção, preparamos o pedido e fizemos o depósito antes do evento. A empresa expôs o produto já com o pedido protocolado.
Um cliente achava que a melhoria que havia criado em uma ferramenta era simples demais para ser protegida. Na análise, ficou claro que o caminho era o modelo de utilidade. O pedido foi depositado e o produto passou a ter proteção própria.
Casos reais, contados sem identificação por dever de sigilo profissional. Cada processo é único e resultados anteriores não garantem resultados futuros.
Antes de decidir
As dúvidas que fazem a maioria adiar.
“Não dá para eu mesmo depositar no INPI?”
Dá. Qualquer pessoa pode depositar um pedido. A questão não é o depósito em si, e sim o que vai escrito nele: o relatório e as reivindicações definem o alcance da proteção. O que não for descrito no momento do depósito não pode ser incluído depois — se a descrição ficar incompleta, normalmente é preciso apresentar um novo pedido, com uma data posterior.
“Minha invenção é simples demais para patentear?”
Não é o tamanho da invenção que define a proteção. Melhorias funcionais em objetos de uso prático — uma peça que encaixa melhor, uma ferramenta mais eficiente — podem ser protegidas como modelo de utilidade. A análise técnica indica se existe proteção possível e qual é o caminho adequado.
“Como sei que a minha ideia não vai vazar?”
O sigilo é dever profissional de quem atua em propriedade industrial e vale desde o primeiro contato. Se preferir, assinamos um termo de confidencialidade antes de qualquer conversa sobre a invenção.
“E se o INPI negar o pedido?”
É possível. A decisão é do INPI e ninguém pode garantir a concessão de uma patente. O que se pode fazer é apresentar um pedido bem fundamentado e, em caso de indeferimento, apresentar recurso dentro do prazo — que é um dos prazos que controlamos.
Sobre preço
“Vi outro lugar cobrando bem menos.”
Antes de comparar, vale fazer estas perguntas — para eles e para nós:
Quem escreve o pedido? É de vocês ou terceirizado?
Nossa equipe técnica, aqui dentro.
Quem controla o prazo de 36 meses para pedir o exame?
Nós. É prazo que arquiva pedido, e não conto com a memória de ninguém.
Se o INPI fizer uma exigência técnica, quem responde?
A mesma equipe que escreveu o pedido.
Há quanto tempo vocês trabalham com isso?
Desde 1996.
Se alguém copiar, vocês têm advogado próprio?
Temos advogados na equipe.
O preço só faz sentido depois que você sabe o que está incluído.
Ficou alguma dúvida que não está aqui? É só perguntar.
Perguntas frequentes
O que mais perguntam para a gente.
Próximo passo
Conte o que você inventou.
Sem compromisso e sem custo pela conversa. Se quiser assinar um termo de confidencialidade antes, é só pedir.
- 1
Você preenche e um especialista responde pelo WhatsApp
- 2
A gente entende a invenção e diz se dá para proteger e por qual caminho
- 3
Se fizer sentido, você recebe a proposta. Se não fizer, a gente diz também.
Prefere falar agora? Chamar no WhatsApp
Fale com quem redige o pedido
Atendemos de segunda a sexta, das 8h às 17h. Envie agora e um especialista responde na segunda-feira.
