Registro de software e aplicativo: prove que o código é seu.

Programa de computador já nasce protegido por lei. O que a lei não dá é a prova de quem escreveu, e quando. O registro no INPI cria essa prova, com data, e sai em poucos dias.

1996

Ano de fundação.

-27 anos de experiência

3.500+

Processos acompanhados.

Desde o pedido até a decisão final.

2.000+

Clientes ativos.

No Brasil e exterior.

Toda terça

Assessoria semanal.

Acompanhando cada processo.

Fale com quem cuida do registro

Atendemos de segunda a sexta, das 8h às 17h. Envie agora e um especialista responde na segunda-feira.

Sem custo e sem compromisso.

Antes de escolher

Um aplicativo não se protege com um registro só.

Cada parte do seu produto tem uma proteção diferente, e elas não se substituem. Saber qual é qual evita gastar no lugar errado — e evita descobrir tarde que a parte mais valiosa ficou de fora.

O código

Registro de software

As linhas de código-fonte que você escreveu. É o que esta página trata.

O nome e o ícone

Registro de marca

O nome do app na loja e o ícone que aparece na tela do celular.

As telas

Desenho industrial

O desenho da interface, quando ele tem identidade visual própria.

O funcionamento

Patente

Quando o software resolve um problema técnico de um jeito novo.

Na conversa a gente diz quais fazem sentido para o seu caso. Quase nunca são os quatro. Muitas vezes é um só, e o barato resolve.

Por que registrar

Escrever o código não garante que ele é seu.

A lei protege o programa desde o momento em que ele é criado. Mas, quando aparece um conflito, ninguém pergunta quem criou — perguntam quem consegue provar, e a partir de que data.

Não protege

Estar publicado na loja

A App Store e o Google Play mostram a data de publicação. Não dizem quem escreveu o código, nem impedem que alguém publique igual.

Não protege

Ter o repositório no GitHub

Serve como indício, e é melhor que nada. Mas o histórico pode ser alterado, apagado e recriado — e a conta é de uma plataforma privada.

Não protege

Contrato de sigilo com o time

Serve para cobrar quem quebrou o combinado. Não vale contra terceiros, e não resolve a questão de quem é o titular do código.

Não protege

Ter o domínio e a empresa

São outros direitos, sobre outras coisas. Nenhum deles diz nada sobre a propriedade do programa.

O erro que mais custa caro

Contratar o desenvolvimento não é o mesmo que ter todos os direitos sobre o código.

Pela Lei do Software, quando o desenvolvimento foi contratado justamente para isso, os direitos são, em regra, de quem contratou — salvo estipulação em contrário. O que aparece na prática é outra coisa: contrato verbal ou genérico, escopo que não diz o que foi encomendado, e código reaproveitado pela agência de projetos anteriores ou de bibliotecas de terceiros.

Nesses casos, a titularidade que você vai declarar ao INPI deixa de ser óbvia — e é isso que se confere antes de depositar.

AgênciaFreelancerSócio que saiuEstagiárioFábrica de softwareTime interno

Seu aplicativo foi feito por alguém de fora? Antes de registrar, a gente confere de quem são os direitos e, se precisar, resolve isso por contrato de cessão. Registrar em nome errado é pior do que não registrar.

Falar com um especialista

Quem prova primeiro tem a vantagem. E prova não se constrói depois do conflito.

Como resolvemos

O registro é barato e rápido. O que decide é o que vai dentro dele.

O pedido no INPI custa pouco e sai em poucos dias. Por isso quase ninguém dá atenção às três decisões que realmente importam: o que registrar, em nome de quem, e a partir de qual versão. Errar nelas é o que transforma um registro barato em um registro inútil.

Antes do pedido

De quem é o código, e o que exatamente vai ser registrado

Confirmamos a titularidade — empresa, sócios, desenvolvedores contratados — e definimos o que entra: o sistema inteiro, um módulo, o aplicativo, a API. Se a titularidade estiver mal resolvida, isso se ajusta por contrato antes do depósito, não depois.

Na hora do pedido

Seu código-fonte não é enviado ao INPI

O que vai no pedido é um resumo digital do código, o hash — uma sequência de letras e números gerada a partir dos seus arquivos. Ela identifica aquela versão exata e não permite reconstruir o programa.

Na prática: o seu código não sai da sua máquina. Se um dia for preciso provar que o programa é o mesmo, basta gerar o hash de novo a partir dos arquivos guardados e comparar com o que está no certificado.

Junto vai a Declaração de Veracidade, assinada digitalmente. O pedido exige certificado digital ICP-Brasil — se você não tiver, a gente conduz com a nossa procuração.

O sigilo do seu código é preservado. O que fica registrado é a impressão digital dele.

Depois do pedido

A proteção dura 50 anos. As versões, não

O registro vale por 50 anos, contados a partir de 1º de janeiro do ano seguinte à publicação ou à criação. Não tem anuidade, não tem renovação, não tem prazo para perder.

O que muda com o tempo é o programa. O certificado prova a versão que foi registrada. Quando o software evoluir de verdade, vale registrar a nova versão — e a gente avisa quando faz sentido.

Comece pela conversa. Ela diz o que registrar e em nome de quem.

Como funciona

Do primeiro contato ao certificado, em dias.

É o registro mais rápido do INPI. A parte que exige atenção acontece antes do protocolo, e é toda nossa.

1

Você conta o que construiu

resposta em poucos minutos

Sem termo técnico. O que o sistema faz, quem escreveu, se foi time interno ou fornecedor, e se já está no ar.

Você

conta o que tem e quem participou

Nós

dizemos o que dá para registrar e o que não

2

Titularidade e escopo

em alguns dias

Definimos em nome de quem o registro vai ficar e o que exatamente entra no pedido. Se houver pendência de direitos com fornecedor ou ex-sócio, resolvemos antes.

Você

manda os contratos que existirem

Nós

apontamos o risco e a forma de corrigir

3

Documentação e geração do hash

em até 30 dias

Preparamos o formulário técnico, os campos de linguagem e campo de aplicação, e orientamos a geração do hash a partir dos seus arquivos.

Você

gera o hash da versão a registrar

Nós

montamos o pedido e conferimos tudo

4

Depósito e certificado

até 8 dias corridos no INPI

Fazemos o depósito eletrônico e acompanhamos até a emissão. O certificado sai com o número, a data e o hash da sua versão.

Você

assina a procuração

Nós

depositamos e entregamos o certificado

Quer saber o que dá para registrar no seu caso?

O que muda

Um certificado que resolve conversas difíceis.

01

Prova de autoria com data oficial

Documento emitido por órgão federal, com número, data e a impressão digital da sua versão. É o que se apresenta em juízo, em notificação e em negociação.

02

O papel que investidor e edital pedem

Rodada de investimento, due diligence, edital de inovação, licitação e venda da empresa: em todos eles perguntam quem é o titular do software. Sem certificado, a resposta é uma explicação. Com ele, é um documento.

03

Base para agir contra cópia

Notificação a quem copiou, pedido de retirada de aplicativo em loja e, quando for o caso, medida judicial. Com prova pronta, a conversa começa em outro lugar.

04

Um ativo que pode ser licenciado ou vendido

Software registrado é patrimônio identificável. Dá para licenciar o uso, ceder a terceiros e colocar no balanço — e a proteção dura 50 anos, sem anuidade.

Seu sistema já está rodando. Falta o documento que diz que ele é seu.

Antes de decidir

As dúvidas que fazem a maioria adiar.

“Registrar não expõe o meu código?”

Não. O INPI recebe o hash, não os arquivos. É uma sequência de letras e números que identifica a versão e não permite reconstruir nada. Seu código continua com você.

“Meu código já está no GitHub, isso não basta?”

Ajuda, mas é indício, não prova oficial. Histórico de repositório pode ser reescrito, e a plataforma é privada e estrangeira. O certificado do INPI é documento público brasileiro, com data e fé pública.

“Eu atualizo o sistema toda semana. Vou registrar sempre?”

Não. Registra-se a versão que representa o produto. Correção e ajuste do dia a dia não pedem novo registro; mudança estrutural, sim — e a gente avisa quando o caso chega nesse ponto.

“Não seria melhor patentear?”

São coisas diferentes. Programa de computador, em si, não é patenteável no Brasil — tem proteção própria, de direito autoral. Já uma invenção que usa software para resolver um problema técnico pode, em certos casos, ser patenteável. Isso é parte da análise.

Sobre preço

“Vi um site fazendo isso por muito menos.”

A taxa oficial do INPI é pública e igual para todo mundo: R$ 210, ou R$ 105 para MEI, ME, EPP e pessoa física. Sobre isso entram os honorários. Antes de comparar preço, vale comparar o que está incluído:

1

Alguém confere de quem são os direitos sobre o código antes de depositar?

Aqui, sim. É a primeira coisa que se olha.

2

Se a titularidade estiver errada, resolvem por contrato ou apenas depositam mesmo assim?

Resolvemos por contrato de cessão antes do depósito.

3

Quem responde se o INPI fizer exigência no pedido?

A mesma equipe que montou o pedido.

4

Existe alguém para acionar se alguém copiar o seu sistema depois?

Temos advogados na equipe.

Registro barato feito no nome errado não protege ninguém.

Ficou alguma dúvida que não está aqui? É só perguntar.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam para a gente.

Próximo passo

Conte o que você construiu.

Sem compromisso e sem custo pela conversa.

  1. 1

    Você preenche e um especialista responde pelo WhatsApp

  2. 2

    A gente confere de quem são os direitos e o que dá para registrar

  3. 3

    Se fizer sentido, você recebe a proposta. Se não fizer, a gente diz também.

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